Quem sumiu foi o BELCHIOR mas sinto falta mesmo é do LULA. “UM RAPAZ LATINO AMERICANO SEM DINHEIRO NO BOLSO, SEM AMIGOS IMPORTANTES, E VINDO DO INTERIOR”, queria mudar o mundo. ONDE ESTAS LULA? ONDE? até breve!!!!
agosto 28, 2009
SINTO FALTA MESMO É DO LULA
agosto 22, 2009
FALAR ALTO OU COCHICHAR?
Observando alguns comportamentos de pessoas próximas, conclui que há muito mais conexões entre o nosso, e o cotidiano da política nacional, do que se possa imaginar.
A frase que me veio à mente ainda ontem ao meio dia, da conta de que “poucas coisas são tão chatas e inconvenientes quanto pessoas falando alto em nossos ouvidos, mas perigoso mesmo, é quando as pessoas cochicham ao nosso redor”.
Quando o Senador Mão Santa (PMDB-PI) brada na tribuna do Senado se dizendo “humilhado por energúmenos que se acham poderosos com a estrutura do governo”. Deixa clara, e de forma enfática, uma egoísta preocupação com seu futuro no Senado Nacional, pelo menos, na pior das hipóteses, Mão Santa se mostra, dá margem para que o interpretemos, e suas intenções.
A segunda e mais preocupante das partes da frase que consegui cunhar, funde-se com o comportamento da Senadora Ideli Salvatti (PT-SC). A paulistana, Senadora por aqui pelo estado, age como quem cochicha ao nosso redor, quando silencia convenientemente frente às manobras de seu partido e da vontade de Luis Inácio Lula da Silva. Ideli, sem alaridos, votou à favor de Sarney no Conselho de Ética.
Sem alaridos por que mais tarde, como sabemos, Ideli Salvatti será oficialmente postulante ao cargo de governadora do estado. há quem possa dizer: “mas exatamente…. Isso pode ser extremamente danoso à futura candidata”, nem tanto, até lá muita água terá passado por baixo da ponte e como em seu partido, o PT, mais vale perder Mariana Silva, do que indispor-se com Sarney e Calheiros, sua candidatura agora é o que menos importa. O que choca é a forma cochichada com que isso é feito, preocupante, já que: “poucas coisas são tão chatas e inconvenientes quanto pessoas falando alto em nossos ouvidos, mas perigoso mesmo, é quando as pessoas cochicham ao nosso redor”. BUENAS NOCHES Y HASTA MAÑANA!!!!
agosto 20, 2009
RESERVA MORAL
Em uma breve e simples analogia, eis que me vem a frase no meio da tarde do ontem, e que trago à baila pra começar o dia de hoje: “Diferente do petróleo, abundante em nosso país, no PT, as RESERVAS MORAIS, vão se esgotando!!” MARINA SILVA, depois de trinta anos, esta fora do partido de Lula.
agosto 18, 2009
CREIO QUE PERDEREI MINHA FÉ
Não gosto de pessoas dissimuladas, ninguém deveria gostar, mas há quem as ature. Quando vou ao dicionário na busca por saber etimologicamente o que quer dizer ser dissimulado, eis que não tenho nenhuma surpresa, é isso mesmo, dissimulado quer dizer exatamente o que vi em dois exemplos bem visíveis e recentes, e com duas figuras com grande poder de persuasão frente aos brasileiros.
Camuflado, fingido, hipócrita, disfarçado, desses adjetivos todos, num primeiro momento, dois em especial me chamam a atenção. Quando perguntado sobre como estava seu estado de espírito diante das graves acusações das quais se diz vítima, dentre elas de ser chefe de quadrilha, Edir Macedo se disse tranqüilo, e mais, se disse feliz. Ai surge à brecha onde se encaixa o primeiro dos adjetivos que me deixaram de orelhas em pé, atento. Hipócrita, como alguém acusado de forma tão intensa e por algo tão grave pode estar tão tranqüilo e feliz? Na minha condição, nunca mais dormiria na vida eu acho.
Tal tranqüilidade e felicidade só seria possível, se nos fizéssemos valer de nosso outro sinônimo para dissimulado. Camuflado, sim, entendi melhor a entrevista de Edir Macedo no último domingo quando ao buscar, encontrei como sinônimo de dissimulado o adjetivo camuflado. A fé de milhões de pessoas aqui no Brasil e pelo mundo afora o camuflam, e mais, a mesma fé que o esconde, é o combustível que o fortalece, pois quanto mais “ataques do demônio”, mais a fé se evidencia, mais camuflado se torna, e menos entendimento da verdadeira realidade se tem, é o círculo vicioso da manipulação.
Na outra ponta de minhas considerações esta a fala de Luis Inácio Lula da Silva, desta vez falando desde o México. Quando perguntado sobre a situação ainda não explicada da ex-secretária da receita Lina Vieira e de sua pupila Dilma Roussef, envolvidas (até que se prove o contrário) em mais uma de nossas tantas obscuridades, nosso presidente foi rápido: “O Brasil tem coisas mais sérias que esse assunto, acho uma pobreza muito grande um assunto como esse estar na pauta da política brasileira, cabe a ela provar que ouve o encontro”.
Como assim pobreza discutir os assuntos da política brasileira senhor presidente? Ainda mais se esses assuntos por ventura trouxerem à tona algo que não encontra eco nas práticas mais condizentes com a verdade. Hipócrita, disfarçada, é assim que se define uma declaração como essa, onde não se considera os meandros daquilo que pode esconder uma irregularidade e que por menor que seja, há que se lembrar, que não é, ou não estaria sendo cometida por alguém dita comum, e sim pela próxima candidata à presidência da república, logo, se na busca por mudanças no próximo pleito, já começarmos mudando foco, disfarçando e agindo de forma hipócrita, creio que “PERDEREI MINHA FÉ”.
agosto 17, 2009
VALE CULTURA PRA VER XUXA E “BRUNO”??
Li recentemente um artigo onde um cinéfilo se mostrava indignado com a homenagem feita pela organização do festival de gramado à Xuxa. No referido artigo, seu autor coloca em xeque a contribuição da gaúcha à sétima arte no Brasil, e dentre outras coisas argumenta no sentido de que as crianças não têm visto nada mais do que um grande apanhado daquilo que se vê cotidianamente na TV, o que muda, é que no caso das produções para o cinema, o lobby é potencializado.
Indo ao encontro dessa linha de raciocínio, penso que o vale cultura instituído recentemente pelo governo federal, por melhores intenções que possa vir a ter, não sana o problema de cultura, ou de falta de acesso a ela. Além de irrisório o valor oferecido, frente aos preços dos livros, dos CD´s, das entradas de teatros e cinemas. Em se tratando de teatro, dependendo de onde se fala, essa forma de arte praticamente inexiste.
Já o cinema, onde têm salas de exibição, estas, estão tomadas por produções norte americanas turbinadas por massiva propaganda com vistas ao lucro, em detrimento de qualquer visão mais aprofundada, do que se tem feito no cinema que “corre por fora” do circuito das grandes produções. Prova disso é a contradição que existe no fato de usar o vale cultura pra ver no cinema o badalado BRUNO, que por mais “cool” e interessante que possam fazer parecer, não passa de mais uma produção “legalzinha” mas que no fundo não quer dizer nada que vá trazer cultura de verdade a quem quer que seja. Contra senso semelhante à acreditar que Xuxa e sua cine-biografia, contribuem da fato para que nossas crianças desenvolvam uma cultura efetivamente cognitiva. HASTA LUEGO!!!!
APOLÍTICOS E HIPÓCRITAS OPORTUNISTAS
É muito desestimulante quando alguém, de posse de um microfone, de um computador, ou de um espaço em qualquer mídia que seja, frente à possibilidade de elevar a auto-estima e o senso patriótico, principalmente dos jovens, age, fala ou escreve de forma absolutamente contraditória, indo de encontro a toda e qualquer vontade política que se venha a ter, embora essa seja imprescindível exatamente pra combater esse tipo de não envolvimento nas questões da política que nos cerca.
Normalmente quem tem essas possibilidades, esta melhor provido de instrução, as condições para tal, lhes foram obviamente mais favoráveis. Sendo assim, espera-se que o senso comum não seja o limite na hora de usar tais ferramentas no intuito de formar a opinião, ou de simplesmente, opinar sobre determinado assunto em alguma das mídias citadas acima.
O senso comum em sua maioria, ou seria, para àqueles que o estudo foi deixado de lado por qualquer motivo que seja, normalmente para àqueles que tiveram que optar pelo trabalho em detrimento dos estudos, não que trabalhar e estudar tenham que estar necessariamente separados, obviamente não.
Dizer que não há mais esperanças, que não há o que fazer, que somos vítimas “disso que ai está”, é no mínimo falta de conhecimento, ou pior, de envolvimento com o objeto daquilo que se critica. Mesmo havendo notória falta de polidez na forma de se fazer política, como temos visto recentemente em nosso senado por exemplo, a política esta sim sendo exercida, aliás exercida de forma efervescente.
Sendo assim, ao invés de desestimularmos o entendimento dessa forma e desse conteúdo que nos é inerente à condição de cidadãos, e considerando suas conseqüências óbvias em nosso cotidiano, deveríamos mergulhar de cabeça na busca de respostas sobre como nos inserimos nesse contexto, logo, como haveríamos de encontrar o caminho da mudança efetiva, como haveríamos de fazer o caminho inverso no intuito de fugir de vez das obviedades?
Finalmente, se não houver uma conscientização com vistas a uma mudança de paradigmas na forma de se ver a política que esta sendo feita no Brasil, na América Latina, e no mundo. Realmente as coisas tendem a continuar assim como estão, ou seja, na penumbra, e mais, se considerarmos ainda que os mesmos brasileiros que reclamam da alta carga tributária (e com razão absoluta) paradoxalmente são os mesmos que ao verem aumentar a demanda de álcool gel em função da Influenza H1N1, por exemplo. Além de APOLÍTICOS, HIPÓCRITAS OPORTUNISTAS.
agosto 6, 2009
TERIA SIDO…
Perdeu-se mais uma vez nessa quarta-feira dia 05 de agosto, a chance de irmos ao encontro da seriedade, do debate e do aprofundamento dos diálogos que são a ferramenta básica na busca do entendimento que nos leva à evolução política e cidadã.
Mais contraditória e apavorante que perder essas chances óbvias de enveredarmos pelo caminho “politicamente correto”, é observarmos a forma como isso acontece. O discurso de defesa de José Sarney, hoje mais presidente do Senado Federal do que nunca, deixou claro que por mais que busquemos nos libertar das amarras do coronelismo anacrônico e de outros vícios tão atrozes quanto esse, a impressão que se tem é que não há saída, não nos libertaremos tão cedo.
Impressiona a capacidade de Sarney, de distorcer, tergiversar e de se fazer de desentendido, dizendo-se não conhecer os envolvidos nas práticas que o levaram à condição de investigado. Impressiona também, a fraqueza dos argumentos usados por ele na tentativa de emergir da lama, e por fim, impressiona a falta, ou o mau uso dos argumentos que poderiam ser usados pela platéia de adversários, ou opositores que lá estiveram, e que não se prestaram sequer ao ímpeto de uma reação condizente com o momento crítico/lamentável pelo qual passamos nesses últimos tempos, sob o teto de uma de nossas mais tradicionais e honradas instituições, o Senado Federal.
Ficamos com a sensação de ressaca, com o vazio, com o amargor de podermos ter feito e contraditoriamente termos deixado passar, incomoda muito, ou deveria incomodar, esse clima de que amanhã é outro dia e que agora é “bola pra frente” como costuma dizer nosso presidente Luis inácio Lula da Silva, quando cotidianamente faz uso de analogias futebolísticas para minimizar nossas mais profundas agruras e desencantos com a arte que é fazer política séria “nesse país”. Se nossa passividade diante de tudo isso não fosse tão acentuada quanto vem sendo, essa quarta feira teria sido um grande dia de discussão evolutiva na busca por dias menos difíceis de se viver, DEFINITIVAMENTE TERIA SIDO… BUENAS NOCHES Y HASTA MAÑANA!!!!
agosto 5, 2009
E EM 2010?
Se levarmos em consideração o que temos visto no atual contexto político nacional, as possibilidades de retomar o rumo da ética e das boas práticas, aquelas que vão ao encontro dos anseios da nação brasileira, essas, estariam bem longe de serem alcançadas.
De tudo isso que esta ai posto, se tiram alguns questionamentos relevantes e que daqui a pouco mais de um ano, servirão de suporte para a renovação política que hoje insiste em se esconder. Em 2010 renovaremos os mandatos de pelo menos dois terços os nossos senadores e elegeremos outros tantos, sendo assim pergunta-se: Que tipo de entendimento temos tido da atual política? Que mudanças práticas essa política de hoje nos vai trazer para esse futuro já não tão distante? Essa ebulição política (ainda que às avessas) nos fará amadurecer para que lá na frente, estejamos mais atentos no sentido de não incorrer nas mesmas práticas torpes que nos trouxeram até aqui?
Temos tido todos os elementos para acreditar que uma mudança séria e profunda, na ética e na política, nos políticos e principalmente no comportamento dos eleitores, é salutar para que em 2010, nós brasileiros consigamos mostrar que aprendemos com os erros, e que por mais difícil que seja admitir nossa condição de eternos cidadãos avessos à toda sorte de políticas, mais difícil ainda, é conviver com essas práticas políticas absolutamente trôpegas e seus efeitos colaterais, a incindir diretamente na vida de todos nós. BUENAS NOCHES Y HASTA MAÑANA!!!!
agosto 4, 2009
NÃO ERA ESSE O RUMO
Sempre que meu filho, o João Arthur, faz algo de errado e por isso tenta se esconder, eu o chamo e peço que olhe em meus olhos e se explique, sem cabeça baixa, sem medo ou vergonha, creio ser essa a postura com que se encara a realidade, seja ela qual for.
Quando no começo da semana acabou o recesso e nossos nobres senadores voltaram às suas funções, quis crer que um enfrentamento de fato iria acontecer, um enfrentamento da realidade, um enfrentamento maduro, à altura de tudo aquilo que acreditamos ser, à altura de um país que quer uma cadeira no conselho de segurança da ONU por exemplo, à altura de um líder regional como acreditamos ser aqui na Sul America, um enfrentamento olho no olho como o citado acima, não um embate dedo no olho como vimos nessa segunda-feira no Senado.
O rumo era pra ter sido outro, a discussão era pra ter sido outra, enfim, perdeu-se o rumo. Pedro Simom do PMDB do Rio Grande do Sul insistia na saída do presidente da casa José Sarney, esse por sua vez foi defendido por seus apadrinhados políticos, dentre eles Wellington Salgado e Renan Calheiros que ao tomar a palavra no intúito de defender seu querido padrinho, acusou Simom de querer se vingar de Sarney, que foi escolhido para vice-presidência na época de Tancredo Neves, à revelia de Pedro Simom e de sua vontade de concorrer ao cargo de segundo homem na hierarquia política do Brasil, lá na metade dos nos 80, ufa!!
Renan e Simom discutiam seus respectivos passados políticos quando não mais que de repente surge o nome do ex- presidente e atual Senador Fernando Collor que, entre ofegantes suspiros e sua verborragia intacta (aquela dos tempos da casa da dinda) passa a bradar e ameaçar o Senador gaúcho como se a solução que os brasileiros buscam, estivesse em recorrer ao passado de quem quer que seja. Perdeu-se por duas horas o rumo na busca das verdadeiras respostas que nós brasileiros efetivamente queremos ouvir, perdeu-se a chance do olho no olho, perdeu-se de novo a chance de mostrar garbo e elegância no trato com a nação.
Perdem-se muito facilmente o foco daquilo que nos é mais relevante, ou seja, a saída de Sarney seria a solução em detrimento da efetiva punição de alguém que como ele, quebra o decoro, como assim? Discutimos a ditadura socialista de Chaves na venezuela e não notamos nossa censura prévia, bem alí do lado, discutimos se Berlusconi na Itália pode ou não chamar amigos e amigas pra uma festa, como somos puros e limpos. Independente disso, vale lembrar, NÃO ERA ESSE O RUMO. BUENAS NOCHES Y HASTA MAÑANA!!!!
agosto 1, 2009
BRASIL COM P
Não que não esteja com vontade, ou que não me passe um milhão de coisas pela cabeça pra escrever agora, pelo contrário, tenho mais de um motivo pra escrever, escrever e escrever, sempre. O fato é que lembrei de uma pessoa que conheci a pouco e assim que o fiz, foi amor a primeira vista, sim, amor, eu sou apaixonado por GENIVAL OLIVEIRA GONSALVES o G.O.G. E digo mais, meu amor é amor puro, absolutamente despretencioso, é aquele tipo de amor que não cobra, apenas agradece por poder ser vivido.
G.O.G é rapper, é combativo, é um eterno descontente, é um insurgente, GENIVAL é acima de mais nada um cidadão forjado nas mais variadas frentes de batalha, e não se engane, sempre esteve do lado certo, aliás, o único lado que pode e deve estar alguém que luta a favor das minorias combalidadas por toda sorte de mazelas, principalmente aquelas produzidas pelo homem contra o próprio homem.
Pensar, falar, cantar, declamar, crescer intelectualmente ou apenas crescer. tudo isso é muito lindo, melhor ainda quando temos alguém que nos pega pela mão e conduz pelas veredas da vida com segurança de que o futuro somos nós quem fazemos, e que mesmo com poucas possibilidades, dá pra se fazer muito, dá pra ser GRANDE. É isso o que faz o G.O.G, ele vai além do discurso, mesmo que lá em sua querida Brasília, a capital de todos nós, certos marimbondos de fogo, insistam em se comportar de forma excêntrica e em detrimento de todos nós.
Pra não correr o risco da idolatria, fico por aqui deixando a dica de um dos vídeos mais significativos, engajados e sensíveis que tive a possibilidade de assistir até então. Nesses mais de 25 anos de carreira G.O.G tem muito mais a mostrar, CARTA À MÃE ÁFRICA por exemplo, mas aí já é outra história, emocione-se agora com BRASIL COM P. BUENAS NOCHES Y HASTA MAÑANA!!!!